sexta-feira, 14 de maio de 2010
Os direitos humanos são os direitos e liberdades básicos de todos os seres humanos. Normalmente o conceito de direitos humanos tem a ideia também de liberdade de pensamento e de expressão, e a igualdade perante a lei.| Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade. |
" e por vezes receberam a alcunha de subversivos e comunistas"
essa é a sociedade onde vc vive. até quando vc pode fingir que não ve? até onde chega o egoismo humano? até onde vai a capacidade de matar e ser cruel?
sera que vc vai continuar negando tudo isso?
eu sei que vc sabe do que vc é capaz, eu sei que vc sabe do que o ser humano é capaz.
será que vc vai negar a tortura, o descaso?
faz pouco tempo que vivemos um regime militar-fascista no Brasil. mas os regimes fascistas estão pelo mundo todo, e até hj vemos os reflexos destas ideias; podem dizer que o nazismo acabou, mas os nazistas-fascistas estão a solta por ai. esistem paises qeu culturamente admitem leis fascistas. é so vc pesquisar um pouco que vc vai ver. mas e então,e depois que vc ver o que vc vai fazer??
não vai adiantar explodir predios, gerar atentados ou vingança. vc tem que mudar seu ego, passar a amar e respeitar o seu proximo, e agir pela paz, mudar seus conceitos e permitir-se entender os outro. cada qual com sua diferença, cada qual com seu geito de ser. seja humanista, seja humano, NÃO SEJA FASCISTA. respeite os direitos humanos, lute pela constituição.
essa é a sociedade onde vc vive. até quando vc pode fingir que não ve? até onde chega o egoismo humano? até onde vai a capacidade de matar e ser cruel?
sera que vc vai continuar negando tudo isso?
eu sei que vc sabe do que vc é capaz, eu sei que vc sabe do que o ser humano é capaz.
será que vc vai negar a tortura, o descaso?
faz pouco tempo que vivemos um regime militar-fascista no Brasil. mas os regimes fascistas estão pelo mundo todo, e até hj vemos os reflexos destas ideias; podem dizer que o nazismo acabou, mas os nazistas-fascistas estão a solta por ai. esistem paises qeu culturamente admitem leis fascistas. é so vc pesquisar um pouco que vc vai ver. mas e então,e depois que vc ver o que vc vai fazer??
não vai adiantar explodir predios, gerar atentados ou vingança. vc tem que mudar seu ego, passar a amar e respeitar o seu proximo, e agir pela paz, mudar seus conceitos e permitir-se entender os outro. cada qual com sua diferença, cada qual com seu geito de ser. seja humanista, seja humano, NÃO SEJA FASCISTA. respeite os direitos humanos, lute pela constituição.
Tortura: uma estratégia para coibir os adversários do regime militar
Sandra Maria Castanho*
Resumo: Este artigo tem a finalidade de analisar as principais técnicas de tortura realizadas durante o período da Ditadura Militar. A tortura tornou-se um instrumento rotineiro nos interrogatórios sobre atividades de oposição ao regime, principalmente a partir do ano de 1964.
O Regime Militar foi instaurado pelo golpe de 1º de abril de 1964, como conseqüência direta de uma série de “tendências e contradições” que vinham acontecendo nos anos imediatamente anteriores. No plano político, o regime militar foi marcado pelo autoritarismo, pela supressão dos direitos constitucionais, pela perseguição política, prisão e tortura dos opositores e pela imposição da censura prévia aos meios de comunicação. Na economia há uma rápida diversificação e modernização da indústria e serviços, sustentada por mecanismos de concentração de renda, endividamento externo e abertura ao capital estrangeiro.
A equipe do “Projeto Brasil Nunca Mais”, coordenada pelo cardeal Dom Paulo Evaristo Arns, da Arquidiocese de São Paulo, se encarregou de pesquisar todo o processo político do período ditatorial que compreende as décadas de 60 e 70, e seus aparatos repressivos, o que resultou em um livro que traz um relato histórico do que de fato acontecia nos bastidores do regime. O livro traz grandes revelações, apesar de não fazer uma análise aprofundada do tema, sendo contudo, de grande relevância para a aquisição de conhecimentos dos mais leigos no assunto.
São apontadas, no livro, entre outras coisas, as formas de tortura que eram utilizadas pelos carrascos da ditadura, um conjunto de práticas que quando não matava, deixava danos irreparáveis à psique humana, pois as lembranças do sofrimento jamais foram apagadas da memória de quem o viveu.
As seqüelas deixadas pela tortura eram de tamanha dimensão que muitos presos desejaram-se levar pela morte para se livrar delas. Um caso que pode exemplificar bem a situação foi o do Frei Tito de Alencar Lima, que mesmo após escapar da morte numa tentativa de suicídio na prisão em 1970, enforcou-se anos depois, já no exílio, por não suportar as lembranças das brutalidades sofridas enquanto torturado.
Dom Paulo Evaristo Arns (1985) analisou o processo de tortura no Brasil, dizendo que está ocupou a condição de instrumento rotineiro nos interrogatórios sobre atividades de oposição ao regime, principalmente a partir do ano de 1964. A tortura foi um fator transformador do cotidiano da vida nacional, porque as estruturas do Estado passavam por um processo de endurecimento e exclusão do direito de participação popular da vida nacional, através de um poderoso sistema de repressão e controle. Em seu ponto de vista “a tortura, além de desumana, é o meio mais inadequado para levar-nos a descobrir a verdade e chegar à paz”. (ARNS, 1985, p.11).
Contrários aos princípios que regem os direitos humanos (estes princípios foram definidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada e adotada pela Assembléia Geral das Nações Unidas (ONU) em dezembro de 1948.), ao respeito à integridade física e moral do homem, militares brasileiros, nas décadas de 60 e 70, se transformaram em agentes implacáveis da prática repressiva, utilizando os mais sofisticados métodos de tortura importados dos países imperialistas, especialmente dos Estados Unidos. (HUGGINS, 1998)
Pau-de-arara, choque elétrico e afogamento foram algumas das torturas utilizadas para reprimir as manifestações e arrancar informações sobre as atividades de grupos e pessoas ligadas à oposição durante a ditadura militar. As ações “subversivas” se intensificaram, como se os militantes de esquerda nada temessem. Era o ápice da coragem de uma leva de cidadãos em sua maioria jovens, politizados ou em processo de politização, que se dispunham a tudo, até à morte, em defesa dos seus ideais.
Aprofundando a temática da tortura praticada durante a Ditadura Militar é conveniente analisarmos o artigo “A lógica da suspeição: sobre os aparelhos repressivos à época da ditadura militar no Brasil” escrito por Marionilde Dias Brepohl de Magalhães (1997). Neste artigo a tortura é destacada pela prática que constituiu o núcleo do sistema repressivo: de uma ação arbitrária por parte de alguns interrogadores, transformando-se em um método científico, criteriosamente planejado, com a finalidade de obter informações sobre atividades e/ou indivíduos considerados inimigos da nação.
Um eficiente mecanismo repressivo usado pelo regime militar foi a utilização de métodos que consistia na vigilância e controle cotidiano sobre a sociedade, conhecida como “comunidade de informações”. Em nome da Segurança Nacional, montou-se um complexo sistema repressivo para combater a subversão e reprimir preventivamente qualquer atividade considerada suspeita, por se afigurar como potencialmente perturbadora da ordem. (MAGALHÃES, 1997 ; ALVES, 1984).
Foi através dos aparatos repressivos das unidades de forças militares ou policiais que guardavam autonomia de ação entre si, que as ações eram ordenadas a partir de um núcleo central, o Serviço Nacional de Informações – SNI, criado em 1964. O SNI subordinava outros órgãos repressivos, como os centros de informações das três armas (CIEX, CINEMAR), a polícia federal e as polícias estaduais (como por exemplos os DOPS). Para integrá-los criou-se o Destacamento de Operações de Informação - Centro de Operações de Defesa Interna, DOI-CODI, oficializado em 1970, que congrega representantes de todas as forças policiais. Dotados de recursos financeiros e tecnológicos, as atividades do DOI -CODI eram planejadas e orientadas pela lógica da disciplina militar, com propósitos de enfrentar agentes como uma guerra revolucionária.
Além disso, a seleção pessoal para compor os aparatos repressivos obedecia uma rígida hierarquia, onde o topo era composto pelo Presidente da República, tendo o Conselho de Segurança Nacional e a equipe executiva para garantir sua segurança. A esses eram subordinados os órgãos de repressão em todas as regiões do país, coordenados por militares. Eram assessorados por analistas de informações, vistos como a elite do sistema. Esses por sua vez recomendavam planos de ação e freqüentavam a Escola Nacional de Informações.
Numa fase intermediária situava o interrogador, responsável pelos depoimentos. Na maioria das vezes eram executados por pessoas especializadas em empregar técnicas cansativas ao interrogado.
Na parte mais baixa da hierarquia seguiam os captores, que eram os policiais responsáveis pelo aprisionamento dos suspeitos. Paralelos a esses, existiam os informantes, que de acordo com sua competência ocupavam a função de analista, interrogador ou captor. Esses homens eram chamados de “fontes” e classificados em uma escala de seis níveis.
Portanto, entendemos que a tortura além de servir como técnica para obter algumas informações, servia também de instrumento para desmobilizar as oposições por meio de intimidação, atingindo além do indivíduo, que era submetido a interrogatórios, as demais pessoas de seu grupo, que logo ficava sabendo do acontecido.
BibliografiaALVES, M. H. M. Estado e Oposição no Brasil (1964 – 1984). 2º Ed. Petrópolis: Vozes, 1984.ARNS, Dom Paulo Evaristo. Brasil Nunca Mais. 6a. Edição. Petrópolis: Vozes, 1985.HUGGINS, M. K. Polícia e política: relações Estados Unidos/América Latina. Trad. de Lólio Lorenço de Oliveira. São Paulo: Cortez, 1998.MAGALHÃES, M. D. B. A Lógica da Suspeição: sobre os aparelhos repressivos à época da Ditadura Militar no Brasil. Revista Brasileira de História. Vol. 17, No. 34. São Paulo: Anpuh/Humanistas,1997. p. 203-220.
terça-feira, 11 de maio de 2010
ENSAIOS:
CENAS: noite escura, shiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii..... os olhos do gato brilham como uma esmeralda de fogo. bhrrrrrrrrrrrrrrrrr. cuidado com o rabo do gato que pega o rato; cuidado com com rato do rabo que pega o gato.
tem ratos na parede do seu quarto, vomitando baratas e escorpiões.... mas o gato sorri, passa estraçalhando as pragas com as patas. o gato deita na sua cama e mia..miauuuuuuuuuu, bhrrrrrrrrrrrrrr.
e o gato anda por teu corpo te fazendo arrepiar, arranha e lambe seu dorso, sorve o sal amargo do teu suor e mia ao pé do seu ouvidoe vc se sente arrepiar...
e vc se senta em lótus, o gato mostra sua face verdadeira, um anjo com os olhos de jade. e a boca rosada do anjo-gato toca sua boca vermelha marcada. o gato mia, miauuuuu, bhrrrrrrrrrrrrr e beija e morde seu pescoço. seu sangue pinga, corre teu corpo e escorre em teu peito. o gato crava as unhas em seu peito, morde e devorasua lingua... e o gato..... mia.
CENAS: noite escura, shiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii..... os olhos do gato brilham como uma esmeralda de fogo. bhrrrrrrrrrrrrrrrrr. cuidado com o rabo do gato que pega o rato; cuidado com com rato do rabo que pega o gato.
tem ratos na parede do seu quarto, vomitando baratas e escorpiões.... mas o gato sorri, passa estraçalhando as pragas com as patas. o gato deita na sua cama e mia..miauuuuuuuuuu, bhrrrrrrrrrrrrrr.
e o gato anda por teu corpo te fazendo arrepiar, arranha e lambe seu dorso, sorve o sal amargo do teu suor e mia ao pé do seu ouvidoe vc se sente arrepiar...
e vc se senta em lótus, o gato mostra sua face verdadeira, um anjo com os olhos de jade. e a boca rosada do anjo-gato toca sua boca vermelha marcada. o gato mia, miauuuuu, bhrrrrrrrrrrrrr e beija e morde seu pescoço. seu sangue pinga, corre teu corpo e escorre em teu peito. o gato crava as unhas em seu peito, morde e devorasua lingua... e o gato..... mia.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
vejo seus olhos parecem agua( tenros e profundos) me fez lembrar de quando perdi meus olhos(não fisicamente), uma vez me fizeram uma pergunta e não pude reponder,me perguntaram quem sou eu. me procurando eu busco olhares e pessoas que jamais vi ou ouvi.
estou meu cego,pois não vejo ninguem
meio surdo pois não os ouço
meio mudo pois me calo
vazio pois não sinto
buda pediu ao pai que o prometesse que :
_ para mim a morte não será o termino da vida;
a mim a enfermidade não alterará a saúde;
para mim a velhice não sucederá à juventude;a mim a adversidade não destruira a bonança.
porem jamais seu pai poderia da-lo isso.buda então partiu em suas buscas.
o que eu quero !? o mesmo que buda queria,talvez.
quero conhecer todas as almas do mundo para ganhar a eternidade...
o que vc pensa sobre isso ,em que vc acredita?
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